sábado, 30 de outubro de 2010

Sião ou Babilônia?


Babilônia ficará em Chamas, Pois receberemos a plenitude do Pai.



Nesse estudo iremos conhecer duas culturas distintas que estão em guerra.

Deixando a velha mentalidade (Cultura babilônica) e recebendo uma nova mentalidade (Cultura de Sião).

·       1ª Cultura: Babilônia (Significa Babel, confusão)
1.       Idolatria
2.       Rebelião
3.       Desobediência
4.       Resistência ao Evangelho e a voz de Deus
5.       Prostituição e sensualidade
6.       Corrupção
7.       Adoração a deuses falsos 
8.       Parece, mas não é. Tem pele de ovelha, mas é lobo. 
9.       Busca pelo prazer da carne

Somos seduzidos pela cultura babilônica. Gente demais no mundo está-se parecendo com a antiga Babilônia, trilhando seu próprio caminho e seguindo um deus “cuja imagem é à semelhança do mundo”.

EX: Povo de Israel que adorava um único Deus, se deixou levar pela idolatria. Nos dias da antiga Israel, o povo do Senhor era como uma ilha que acreditava no único e verdadeiro Deus, cercada por um oceano de idolatria. As ondas daquele oceano quebravam incessantemente nas praias de Israel. Apesar do mandamento de não fazer imagens de escultura, nem de se inclinar perante elas, Israel aparentemente não conseguia ajudar a si mesma, influenciada pela cultura do lugar e da época. Muitas e muitas vezes, apesar da proibição do Senhor, a despeito do que o profeta e sacerdote dissera, Israel foi atrás de deuses estranhos e inclinou-se perante eles.

Tempo de Transição (Jeremias 29: 11 - 14)

·         2ª Cultura: Sião (Significa Cidade de Deus)
1.       Lugar de Intimidade
2.       Templo da Glória
3.       Lugar Santo (Salmos 2: 6)
4.       Viver em lugares celestiais
5.       Presença da Glória (Salmos 102: 16)
6.       Habitação permanente de Deus
7.       Cidade de Deus (Cidade do Deus Vivo)
8.       Cidade de Davi
 

* Cultura de Sião: É a cultura daqueles que guardam os mandamentos, andam em Seus caminhos e “[vivem] de toda a palavra que sai da boca de Deus”. Se isso nos faz peculiares, então, que assim sejamos. Não ameis o mundo, nem o que no mundo há” (I João 2:14–15);
* O Livro de Daniel expressa muito bem o que é ser Sião em meio a babilônia ;
* Não precisamos adotar os padrões, os costumes e a moral da Babilônia.  Podemos estabelecer Sião no meio dela. Precisamos produzir os nossos próprios padrões, precisamos gerar o nosso Evangelho através da doutrina de Jesus (Mt. 5 à Mt. 8);
* Precisamos ser luz em meio as trevas (Mt. 5:14);
* Precisamos ser Sião no meio da Babilônia. Sião no meio da Babilônia. "Que frase magnífica, como uma luz brilhando em meio à escuridão espiritual. Que conceito para termos enraizado no coração, vendo a Babilônia espalhar-se cada vez mais. Vemos a Babilônia em nossa cidade, em nossa comunidade, em todo o lugar". (Grifo o autor dessa frase: Élder Stone);
* O povo de Deus tem saudades de Sião (Salmos 137), EX: todo desviado sente saudades de Sião;
* Alguns cuidados: Isaias 50: 10 – 11 / Isaias 62: 1;
* Estar em Sião é confiar no Senhor, mesmo andando em meio às trevas, guerra, tribulações, sabe que Sião é o lugar que o nosso amado está a nos esperar e nos guiar;
* Vamos juntos como corpo de Cristo buscar esse lugar? 
* Então, escolheremos Sião ou Babilônia? 

* Se Babilônia é a cidade mundana, Sião é a Cidade de Deus. Em Sião há pureza de coração. Ficaremos com Sião, pois lá é o nosso lugar!
Maycon Barroco

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Carta recusando o Ap. Paulo de entrar na Agência Missionária!

Conta-se que o Apóstolo Paulo enviou seu currículo para a Agência Missionária de uma certa denominação, oferecendo-se para trabalhar como missionário. Após algumas semanas, o Secretário da Agência escreveu-lhe esta carta, justificando porque não poderia aceitá-lo.




Ao pastor Saulo Paulo


Missionário Independente


Roma, Itália

Caro Irmão Paulo:


Recebemos recentemente seu currículo, exemplares de seus livros e o pedido para ser sustentado pela nossa Agência como missionário na Espanha. Adotamos a política da franqueza com todos os candidatos.

Fizemos uma pesquisa exaustiva no seu caso. Para ser bem claro, estamos surpresos que o senhor tenha conseguido até aqui "passar" como missionário independente. Soubemos que sofre de uma deficiência visual que, algumas vezes, o incapacita até para escrever. Essa certamente é uma deficiência grande para qualquer pessoa.

Nossa Agência requer que o candidato tenha boa visão, ou que possa usar lentes corretoras. Em Antioquia, o senhor provocou um entrevero com Simão Pedro, um pastor muito estimado na cidade, chegando a repreendê-lo em público. O senhor provocou tantos problemas que foi necessário convocar uma reunião especial da Junta de Apóstolos e Presbíteros em Jerusalém. Não podemos apoiar esse tipo de atitude. Acha que é adequado para um missionário trabalhar meio-período em uma atividade secular? Soubemos que fabrica tendas para complementar seu sustento.

Em sua carta à igreja de Filipos, o senhor admite que aquela é a única igreja que lhe dá algum suporte financeiro. Não entendemos o porquê, já que serviu a tantas igrejas. É verdade que já esteve preso diversas vezes? Alguns irmãos nos disseram que passou dois anos na cadeia em Cesaréia e que também esteve preso em Roma, e em outros lugares. Não achamos adequado que um missionário da nossa Agência tenha folha corrida na polícia. O senhor causou tantos problemas para os artesãos em Éfeso que eles o chamavam de "o homem que virou o mundo de cabeça para baixo".

Sensacionalismo é totalmente desnecessário em Missões. Deploramos, também, o vergonhoso episódio de fugir de Damasco escondido em um grande cesto. Estamos admirados em ver sua falta de atitude conciliatória. Os homens elegantes e que sabem contemporizar não são apedrejados ou arrastados para fora dos portões da cidade, tampouco são atacados por multidões enfurecidas. Alguma vez parou para pensar que palavras mais amenas poderiam ganhar mais ouvintes? Remeto-lhe um exemplar do excelente livro "Como Ganhar os Judeus e Influenciar os Gentios", de Dálio Carnego. Em uma de suas cartas, o senhor referencia a si mesmo como "Paulo, o velho". As normas de nossa Missão não permitem a contratação de missionários além de uma certa idade.

Percebemos que é dado a fantasias e visões. Em Trôade, viu "um homem da Macedônia" e em outra ocasião diz que "foi levado até o Terceiro Céu e que ouviu palavras inefáveis". Afirma ainda que viu o Senhor e que ele o confortou. Achamos que a obra de evangelização mundial requer pessoas mais realistas e de mente mais prática. Em toda a parte por onde andou, o senhor provocou muitos problemas. Em Jerusalém, entrou em conflito com os líderes do seu próprio povo. Se alguém não consegue se relacionar bem com seu próprio povo, como pode querer servir no exterior? Dizem que tem o poder de manipular serpentes. Na ilha de Malta, ao apanhar lenha, uma víbora se enroscou no seu braço, picou-o, mas nada lhe ocorreu. Isso soa muito estranho para nós.

O senhor admite que enquanto esteve preso em Roma, "todos o esqueceram". Os homens bons nunca são esquecidos pelos seus amigos. Três excelentes irmãos, Diótrefes, Demas e Alexandre, o latoeiro, disseram-nos que acharam impossível trabalhar com o senhor e com seus planos mirabolantes. Soubemos que teve uma discussão amarga com um colega missionário chamado Barnabé e que acabaram encerrando uma longa parceria. Palavras duras não ajudam em nada a expansão da obra de Deus. O senhor escreveu muitas cartas às igrejas onde trabalhou como pastor. Em uma delas, acusou um dos membros de viver com a mulher de seu falecido pai, o que fez a igreja ficar muito constrangida e a excluir o pobre rapaz. O senhor perde muito tempo falando sobre a segunda vinda de Cristo.

Suas duas cartas à igreja de Tessalônica são quase totalmente devotadas a esse tema. Em nossas igrejas, raramente falamos sobre esse assunto, que consideramos de menor importância. Analisando friamente seu ministério, vemos que é errático e de pouca duração em cada lugar. Primeiro, a Síria, depois, Chipre, vastas regiões da Turquia, Macedônia, Grécia, Itália, e agora o senhor fala em ir à Espanha. Achamos que a concentração é mais importante do que a dissipação dos esforços. Não se pode querer abraçar o mundo inteiro sozinho. Em um sermão recente, o senhor disse "Longe de mim gloriar-me, a não ser na cruz de Cristo". Achamos justo que possamos nos gloriar na história da nossa denominação, no nosso orçamento unificado, no nosso Plano Cooperativo e nos esforços para criarmos a Federação Mundial das Igrejas. Seus sermões são muito longos.

Em certa ocasião, um rapaz que estava sentado em um lugar alto, adormeceu após ouvi-lo por várias horas, caiu e quase quebrou o pescoço. Já está provado que as pessoas perdem a capacidade de concentração após trinta ou quarenta minutos, no máximo. Nossa recomendação aos nossos missionários é: Levante-se, fale por trinta minutos, e feche a boca em seguida. O Dr. Lucas nos informou que o senhor é um homem de estatura baixa, calvo, de aparência desprezível, de saúde frágil e que está sempre agitado, preocupado com as igrejas e que nem consegue dormir direito à noite. Ele nos disse que o senhor costuma levantar durante a madrugada para orar. Achamos que o ideal para um missionário é ter uma mente saudável em um corpo robusto. Uma boa noite de sono também é indispensável para garantir a disposição no trabalho no dia seguinte. A Agência prefere enviar somente homens casados aos campos missionários.

Não compreendemos nem aceitamos sua decisão de ser um celibatário permanente. Soubemos que Elimas, o Mágico, abriu uma agência matrimonial para pessoas cristãs aí em Roma e que tem nomes de excelentes mulheres solteiras e viúvas no cadastro. Talvez o senhor devesse procurá-lo. Recentemente, o senhor escreveu a Timóteo dizendo que "lutou o bom combate". Dificilmente pode-se dizer que a luta seja algo recomendável a um missionário. Nenhuma luta é boa. Jesus veio, não para trazer a espada, mas a paz. O senhor diz "lutei contra as bestas feras em Éfeso". Que raios quer dizer com essa expressão? Pesa-me muito dizer isto, irmão Paulo, mas em meus vinte e cinco anos de experiência, nunca encontrei um homem tão oposto às qualificações desejadas pela nossa Agência de Missões. Se o aceitássemos, estaríamos quebrando todas as regras da prática missionária moderna.



Sinceramente,



O. K. Bessudo



Secretário da Agência de Missões

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Continuaremos sendo a Geração que somente canta e dança?

E seremos mais uma Geração que vai morrer sem ter realizado o que Deus teria determinado pra ela?
Por muito tempo fomos a Geração que canta e que dança... Nada contra dançar e cantar na presença do Senhor, acho até legal e também faço isso... Mas, se a sua adoração resumir a isso, tem algo errado com você...
Ele quer muito mais... Na minha vida Cristã, aprendi que o presente para o coração de Deus está relacionado a Vidas.
Como o Jeff (Geração Benjamim) escreveu: Eu acho que a coisa que mais me irrita hoje, além do lixo sendo pregado nos púlpitos, é que foi isso que nós vendemos para uma geração; uma geração que está agora casada, barriguda, e que nem dança mais, pois tem medo de enfartar.
Caraca, o que aconteceu? Onde nós erramos? Era tanto potencial e disposição e agora é “comunhão na casa de Fulano”.

De uma coisa eu tenho certeza... Somos uma Geração simples, que tem o desejo de ser semelhante a Jesus... Somos uma Geração que anseia em ganhar vidas e mais vidas... Mas, onde está o problema?

Será que o problema está em nós?

Com certeza, o erro está em nós! Cara, tenho vivido experiências semelhantes, o Senhor tem falado de diversas formas a respeito de ganhar almas. Almas, Almas, Almas. É esse som que sai das batidas do coração de Deus.

O fruto do justo é árvore de vida, e o que ganha almas, sábio é. (Pv. 11: 30).

Quando você olha para um jovem hoje, nos olhos deles, não há brilho, estão sem “vida”, estamos deixando nossa geração simples, virar uma “geração retardada (idiota)”, fico reparando que os nossos jovens de hoje, estão sem rumo, penetrados no mundo globalizado e capitalista, achando que tudo é muito fácil e precisa acontecer rapidamento, perdem mais tempo no computador com conversas sem sentido do que estudando para ter uma vida digna, nossos jovens estão mais depressivos, preferem ficar na solidão a desfrutar de uma boa amizade. E os cristãos, o que estão fazendo em relação a isso? Sabe de uma coisa, muitos de nós, fazemos o mesmo, ou até pior, perdemos mais tempo buscando “coisas” do que a busca intensa pelo Reino de Deus. Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas. (Mt. 6:33).

O mais engraçado é que para segurar os jovens em nossas igrejas hoje, apelamos para o entretenimento, comemos pizza juntos, fazemos festinhas com luzes coloridas e muita dança, comemos, bebemos, e quase nunca falamos que lá fora existe milhares de pessoas passando fome e morrendo sem conhecer Jesus. Acorda! precisamos enxertar arrependimento e Reino de Deus dentro da mente de nossos jovens. Se a gente não ensinar nossos jovens, nossa geração vai morrer de vez. Só mais uma indagação: Para quem você deixará seu legado? Como será a próxima Geração?

Falávamos para eles que podiam mudar o mundo enquanto eles nem sabem como mudar as suas próprias vidas. E em vez de confrontar eles na maneira que vive e seus valores, nós mudamos a estrutura da igreja para acomodar eles. Nós criamos “namoro santo” e colocamos “play stations” na sala de oração. Mas, não muito tempo depois, a nossa estrutura não os satisfazia mais. Em vez de treinar eles, nós temos entretido eles. Em vez de desafiar eles, acomodávamos e acabávamos frustrando e perdendo eles, pois a verdade é que não era isso que eles queriam. (Jeff – Geração Benjamim)

Quando me converti, recebi uma palavra de Deus, que seriamos a geração que iria mudar o mundo, seriamos uma geração de muitos filhos semelhantes a Jesus, e agora? Para onde estamos indo? Onde vamos parar?

Sabe, Estou disposto a mudar tudo isso, sei que sozinho não posso, preciso de você, é isso mesmo, de você, existe uma realidade que estamos vivendo e poucos estão acordados e vendo toda sujeira que está escondida em nossos lindos carpetes das congregações. Precisamos ser uma igreja sem máculas, adornada, limpa, cheirosa, pronta para receber o nosso Amado Jesus. Não seremos mais um Geração que somente canta e dança, Seremos uma Geração que canta, dança, prega o Reino, salva, liberta e grita pelas ruas: Arrependei-vos, pois é chegado o Reino de Deus.

Quero pedir perdão se fui estúpido demais, mas, isso foi apenas um desabafo de uma pessoa cansada de lutar com sua própria força, preciso de você, por isso escrevo essa Carta.

Que Deus nos abençoe!

Miss. Maycon Barroco - AER www.aerbr.com

quinta-feira, 13 de maio de 2010

O Reino que Alvoroçou o Mundo - Parte 1

O Reino de Valores Invertidos


Jerusalém, 8 de julho de 1099. (Sexta-Feira)
     Uma grande guerra começara nesse dia, aproximadamente 13 mil Cruzados ("Soldados de Cristo") queriam tomar a cidade de Jerusalém dos muçulmanos.
     Atrás dos muros que cercavam Jerusalém existia 60 mil soldados muçulmanos fortemente armados para reagir a qualquer ataque inimigo.
     Eram 13 mil Cruzados contra 60 mil Muçulmanos, seria impossível os cruzados tomar a cidade de Jerusalém. Tudo estava contra os Cruzados, eles estavam numa terra desconhecida, muito quente (a temperatura aos redores de Jerusalém era muito elevada, muito diferente do clima da França de onde vieram os Cruzados). 
     Os Mulçumanos quando receberam a notícia da invasão dos Cruzados começaram a fazer "chacotas" com a cruz nos muros da cidade e zombaram do pequeno exercíto que estava vindo para o confronto.
     Mas a zombaria não durou muito tempo, apenas 5 dias, quando os Cruzados levaram sobre carros várias torres enormes com catapultas, aríete, ponte levadiça e uma torre muito alta para os flexeiros. Era tudo que os Muçulmanos menos esperavam na ocasião.
     Os Cruzados chegaram quebrando todo muro ao redor da cidade, destruindo todas as tendas e comércios dentro da cidade, arrancando a cabeça dos soldados e moradores da cidade de Jerusalém, foi um enorme massacre dos Cruzados, segundo o testemunho de um dos Cruzados que participou dessa matança, eram montões de cabeças, mãos e pés que se viam nas ruas da cidade. Era necessário abrir passagem entre os corpos dos homens e cavalos. Foi horrível!
     Qualquer um poderia pensar que logo após esse massacre os Cruzados estariam em profundo remorso pela morte de todo aquele povo, mas não foi bem assim, Fizeram uma grande festa, pois tinham convicção que o Rei deles, Jesus Cristo havia lhes concedido aquela vitória para eles, pois aquele povo impio só sabia blasfemar contra ELE.
     O próprio Papa da época fez uma convocação para todos os fiéis libertarem a "terra santa" dos infiéis, e qualquer um fiél que fosse a cruzada obteria o completo perdão pelos seus pecados. (Krey, a história das cruzadas, 252)

Rio de Janeiro, 13 de maio de 2010. (Quinta-Feira)
      Será que Jesus viu todo esse massacre da mesma forma que os Cruzados viram? 
Resposta: João 18:36
      Será que eles de fato tinham avançado o Reino de Deus? ou pelo contrário, lhe causaram grande prejuízo?
      Há 1.100 anos atrás o Senhor Jesus Cristo não havia fundado um Reino de Amor? Seus discípulos seriam conhecidos pelo Amor de uns pelos outros. E não somente isso; Eles também deviam amar seus inimigos, Jesus Cristo sempre atuou muito manso e humilde de coração.
      Os primeiros cidadões desse Reino de Deus tinha alvoraçado o mundo, não com a espada, mas sim com palavras de Verdade e atos de Amor. Leiam Atos 17:1-15.
      Mas por que os Cruzados massacraram os habitantes de Jerusalém? Seria uma história longa, precisamos relatar ela, pois os nossos destinos eternos estção profundamente ligados a esta história do Reino que alvoroçou o mundo.

Por Maycon Barroco (Resumo da primeira parte do Livro O Reino que alvoroçou o Mundo - David W. Bercot)